Concurso da PF com vagas para MT é retomado

Foi retomado o concurso da Polícia Federal para preencher 600 vagas de agentes em diversos estados brasileiros incluindo Mato Grosso. O certame estava suspenso desde o dia 27 de outubro deste ano por decisão da 1ª Vara Federal de Uberlândia (MG) que havia acolhido ação proposta pelo Ministério Público Federal (MPF). A Advocacia-Geral da União (AGU) e a organizadora do certame recorreram ao Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF-1) e conseguiram cassar a liminar que impedia a continuidade do concurso.
O salário é de R$ 7.5 mil e o período das inscrições foi entre os dias 6 a 26 de outubro com taxa de R$ 150. De acordo com o edital, para a escolha de lotação serão disponibilizadas vagas, preferencialmente, nos estados do Acre, Amapá, Amazonas, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Pará, Rondônia e Roraima e em unidades de fronteira, não sendo mantido cadastro de reserva.
Antes da suspensão as provas objetiva e discursiva com duração de 5 horas estavam previstas para serem aplicadas no dia 21 de dezembro de 2014, no turno da tarde. Pelo cronograma inicial, em 10 de dezembro seria divulgado na internet edital que informaria a disponibilização da consulta aos locais e ao horário de realização das provas. Agora, com a retomada essas datas serão modificadas.
O Centro Brasileiro de Pesquisa em Avaliação e Seleção e de Promoção de Eventos (Cebraspe), denominado Cespe/UnB, organizador do concurso, informou num comunicado do dia 3 de novembro que serão alteradas as datas divulgadas no edital de setembro. O novo anuncio será feito no dia 28 deste mês quando serão divulgadas as novas datas. No site da organizadora também consta um comunicado sobre a retomada do certame em cumprimento às decisões proferidas em 2 agravos, um interposto pela Cebraspe e outro pela União.
Comunica, ainda, que os candidatos deverão acompanhar as publicações referentes ao citado concurso por meio do endereço eletrônico http://www.cespe.unb.br/concursos/dpf_14_agente.
O Ministério Público Federal ingressou com a ação para que a Justiça obrigasse a organização do certame adaptar o exame de aptidão física e o curso de formação previstos às necessidades dos candidatos que concorrem às vagas reservadas aos deficientes, além de apontar como seriam as avaliações nas fases de perícia e exame médico. A suspensão valeria até o cumprimento das medidas, mas agora a liminar foi cassada.
Gazeta Digital

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