Após anúncio de reajuste, gasolina em Lucas chega a R$ 3,69

O primeiro dia útil do mês de fevereiro já começou agitado, muitos retornando das férias, aulas nas escolas municipais iniciando e na maioria dos postos de combustíveis já é possível sentir no bolso o reajuste da gasolina anunciado pelo governo federal.

Em alguns postos a gasolina que era comercializada a R$ 3,43 o litro, hoje pode ser encontrada a R$ 3,58, um aumento de 15 centavos, já em outro posto da área central da cidade, a gasolina é comercializada hoje a R$ 3,69 o litro, cerca de R$ 0,22 centavos a mais.

O aumento chegou a R$ 0,22 para a gasolina e de R$ 0,15 para o diesel nas refinarias. Nas bombas os combustíveis têm outros encargos e com isso, o valor a ser cobrado acaba sendo maior. Porém quem precisa utilizar o veículo - carro ou moto - para se locomover na cidade se assustou ao chegar para abastecer nesta segunda-feira (02).

Foi o que aconteceu com a representante comercial Maria de Lurdes que mesmo sabendo do reajuste achou que os preços estão abusivos.

Realmente está muito caro, ia completar o tanque, mas como o preço atual não dá, é uma diferença muito grande e eu não tenho como abrir mão do carro, pois preciso levar meus produtos” disse a mulher.


GOVERNO
 As medidas para aumentar a arrecadação foram anunciadas no dia 19 do mês passado pelo ministro da Fazenda, Joaquim Levy, o qual o governo temporariamente elevará o PIS (Programa de Integração Social) e o Confins (Contribuição para Financiamento da Seguridade Social) em R$ 0,22 por litro da gasolina e R$ 0,15 por litro do diesel.

Depois desse prazo, o reajuste do PIS/Cofins cai para R$ 0,12 para a gasolina e para R$ 0,10 para o diesel. A Cide subirá R$ 0,10 por litro da gasolina e R$ 0,05 por litro do diesel. Os cosméticos e produtos importados também tiveram os valores reajustados.


MAIS ALCOOL
 O ministro da Casa Civil, Aloizio Mercandante, e representantes do setor sucroalcoleiro acertaram hoje (2) uma proposta para aumentar de 25% para 27% a adição de etanol anidro na gasolina comum, conforme informou a presidenta da União da Indústria da Cana-de-açúcar (Unica), Elizabeth Farina. Pelo cronograma discutido, a mudança passaria a valer a partir do dia 15 de fevereiro. A proposta ainda precisa ser aprovada pela presidenta Dilma Rousseff.

CenárioMT com Maryuska Pavão

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