Presos mandam 'tocar terror' em Cuiabá

Keka Werneck, repórter do GD

Fernanda Leite

Ônibus incendiado
 Atendendo a ordens que partiram de dentro do sistema prisional, criminosos queimaram ônibus em pelo menos três pontos da Grande Cuiabá, no início da noite desta sexta-feira (10), em reação contrária à greve dos agentes prisionais.
Um dos veículos foi queimado às 18h24 no bairro Praeiro, outro às 19h55, no ponto final do bairro Pedra 90 e um terceiro, às 20h07, no bairro Unipark, em Várzea Grande.
Outro ataque foi feito à casa de um agente prisional Jardim Eldorado, alvejada com sete tiros às 19h30.
As informações são da Secretaria de Estado de Segurança Pública (Sesp), que admite o risco de outros ataques serem registrados nas próximas horas.
"É para destruir a cidade, para o bagulho ficar louco e para eles sentir (sic) o bagulho”, diz áudio que seria de uma das lideranças da ação.
O presidente do Sindicato dos Servidores Penitenciários (Sindspen), João Batista, emitiu nota confirmando que setores da inteligência das polícias civil, militar e do sistema prisional interceptaram ligações telefônicas de dentro de uma unidade prisional de Cuiabá, determinando ataques a policiais civis, militares e a ônibus.
Por isso, na nota, ele recomenda aos servidores que estejam a serviço que redobrem a atenção e em caso de suspeita acionem companheiros de trabalho para darem apoio.

Fernanda Leite

Vítima William José Cavalcanti baleado na Avenida Jurumirim


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Carro atingido por tiros na Avenida Jurumirim







Fernanda Leite


   
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